
E pronto, lá vai mais uma.
É a quinta dobradinha do Porto e a 13º taça do seu historial.
O jogo não teve grande história: o Setúbal demonstrou que foi pouco mais que um acaso ter chegado à final e nunca conseguiu sequer colocar qualquer tipo de dúvida sobre quem levaria a taça para casa, o Quaresma voltou a fazer uma assistência primorosa para golo, o Alain e o Jorginho continuam a demonstrar as inúmeras limitações que possuem – particularmente a nível cerebral, os Super-Dragões continuam a tentar manter a sua reputação por todos os estádios (e estações de serviço) por onde passam, e, no final, o Porto ganhou.
Também podia falar aqui sobre o facto do melhor português a actuar no campeonato nacional 2005-06 nem sequer ser convocado para o mundial, enquanto que outros, como Costinha, que está sem jogar há “n” meses, ou como Ricardo, que atravessou um péssimo momento de forma desportiva e psicológica, têm lugar cativo na selecção aconteça o que acontecer.
Deve ser muito frustrante para um jogador saber que não lhe basta ser o melhor. (aconselho a leitura deste artigo “Quaresma ou o clube de Scolari”)
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