Agostein

on Monday, May 29, 2006
Tirar o Varela para fazer entrar o Lourenço quando faltavam 25 minutos para terminar o jogo foi algo genial. Agostinho Oliveira entra nessa prateleira de mitos do nosso futebol onde figuram ilustres como Luis "Campas" ou Zé Romão. Os jogadores bateram-se nas 3 partidas ao sabor do improviso e limitados ao seu individualismo. Não se viu uma jogada estudada ou um lance trabalhado desde o pivot defensivo Manuel Fernandes até um dos avançados( porque não jogou Ricardo Vaz Tê, protagonista de um excelente final de época no Bolton?!). Não será vergonhoso que um seleccionador diga, após uma campanha frustrante, que o objectivo afinal não passava por vencer o torneio? Agostinho diz que a sua missão é ajudar a formação, mas será que benificiou algum dos jogadores a evoluir com os seus métodos de trabalho? O que sentiu Rolando, por exemplo, após a súbita saída do eixo da defesa?
A selecção da Sérvia pode ser arroz com feijão, mas a nossa participação neste europeu foi uma valente caldeirada...

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