
Se existem jogadores jogadores que se adaptam com certa facilidade ao futebol português (com excepção de Stan Valcx) são os holandeses. Glen Helder e Gaston Taument encataram a Luz, RhancoBoher por sua vez maravilhou Barcelos e as Antas... e claro Frank Rijchard "o médio invisivel".
Vamos falar um pouco de RhancoBoher (obrigado amigo Xavier Fonseca, prometo queum dia escrevo sobre ti).
Com o Gil no ferrolho, RBoher entra já nos descontos para com o intuito de queimar tempo e levar o pontinho para Barcelos (na altura tarefa herculea para quem jogava nas Antas). Canto para o Porto e na sequência do mesmo Rhanco inocentemente leva a mão ao esférico ditando o penalty e consequente derrota da sua equipa.
Um pequeno gesto de Rhanco que deixou as Antas a rir, Barcelos e a Luz a chorar.
Contudo, este post é suposto ser sobre Peter Hautman, internacional holandês rotulado de craque que chegou à Alvalade em Janeiro de 1987. Com 29 anos e um vasto curriculum Hautman era a esperança dos adeptos para atacar o título. 15 jogos e 3 golos plenos de oportunidade ditaram o seu regresso ao país das tulipas, nomeadamente ao Feynoord.
O espírito indomável já o levara Hautman anos antes a tentar uma aventura extra-muros, na vizinha Bélgica ao serviço do gigante Bruges (também ela marcado pelo sucesso).

Em 1993 viria a pendurar as chuteiras, representando então o Excelsior e detendo o título de 7 melhor marcador de sempre da liga holandesa (facto talvez explicado pela saída precoce de tudo quanto é avançado centro).
Teve igualmente passagens pelo Sparta de Roterdão e pelo FC Den Haag.
Foi mais um galáctico que passou pelo nosso país, muitos mais se seguirão neste blog.
Não percam a armada britânica do Sporting no proximo post.
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