on Thursday, May 3, 2007
Com a época agora sim perdida, homenageio o antigo jogador do Flamengo, Benfica e Sporting de Braga (entre outros), Chiquinho Carlos por mais um feito na sua brilhante e intemporal carreira desportiva.
Com 44 anos mas fresco que nem uma alface, Chiquinho festejou recentemente a subida do seu clube (o qual estupidamente me esqueci do nome) dos Distritais à 3ª Divisão Nacional.
Como “prenda” deixo-vos com esta bela foto gentilmente cedida pelo muy nobre amigo do “Benfica Marreta ou Vedeta”. O místico Flamengo de Carlos Mozer, dos futuros campeões mundiais de 94 Jorginho e Bebeto... e dele Chiquinho Carlos.

on Wednesday, May 2, 2007
Confesso que tenho uma enorme simpatia (que ninguém entende) pelo Sporting Clube de Portugal ao ponto de vibrar com o clube dos viscondes sempre que este não se econtra em competição directa com o Benfica.
Quando jogo PES a minha equipa é sempre o Sporting, primeiro porque sou limitado e não suportaria ver o Benfica perder e depois porque se escolhesse o nosso Porto jamais me esforçaria para vencer.
Entristece-me contudo ver que as gentes de Alvalade pregam aos 7 ventos que o clube não vai ser campeão devido a um golo marcado com a mão na 3ª jornada.
Pergunto eu como seria se o lance entre Caneira e Micoli fosse ao contrário? Certamente diriam que o Sporting apenas é campeão nacional por causa do golo de Ronny e porque o árbitro não expulsou o jogador do Benfica no início da partida.
Reconhecer quando somos ajudados é bonito e nessa lógica recordo o apuramento de Portugal para o Euro 84.
Depois de uma embaraçante derrota por 5-0 em Moscovo, Portugal engrenou e chegou ao último somente a 1 pontinho soviéticos. Em jeito de curiosidade, tal como agora, Finlândia e Polónia faziam parte do nosso grupo.
Com o marcador ainda a zeros, Fernando Albino Chalana avançava com o esférico controlado no “batatal” da Luz, sendo travado por Demianenko a 4 ou 5 metros da linha limite da grande área.
Os soviéticos preparavam-se para formar barreira mas o juiz marcou penalty perante 100 mil boquiabertos adeptos lusitanos e alguns dos primeiros emigrantes de leste que começam a chegar ao nosso país.
Imperturbável Rui Manuel Trindade Jordão enganou o grande Rinat Dassaev e colou-nos em França.
É verdade que depois até fizemos um brilharete em terras de Asterix e Obelix, mas ninguém diz como lá chegamos.
Nem só de Marc Batta se fez a história da selecção...
on Saturday, April 28, 2007
Antes do grande derby do futebol nacional e apesar das más memórias, relembramos os 1-3 da época passada.
O Benfica vinha de eliminar o Liverpool em pleno Anfield Road pelo que o resultado assumiu contornos ainda mais surpreendentes.
Não vi o jogo porque me encontrava (na companhia de Mats Jagunço) a arbitrar esse grande torneio de indoor soccer que foi a Liga X-Treme Inside Sports, mas quem viu disse que o resultado apenas pecou por escasso.
Liedson e seus pares deram um grande “bigode” no então campeão nacional, enquanto Paulo Bento mostrou a superioridade nacional sobre um treinador holandês que tal como Peseiro consegue perder aquilo que parece ganho.
Para amanhã que as equipam se motivem pela derrota do nosso Porto e que haja um vencedor.
Um Boavista - Porto é desde há muito tempo um dos meus jogos preferidos. Dona Fernanda e o Manuel do Laço contra o Madureira dos SD. Ao longo dos últimos 20 anos marcados pela hegemonia do FCP, os axadrezados foram (agora nem tanto) das únicas equipas capazes de bater o pé ao império futebolístico de Pinto da Costa.
Recordo grandes jogos no Bessa, artefactos de casa de banho que voaram da claque dos Super Dragões para as costas de Ricardo e sobretudo de um gostoso 4-1 no final dos anos 80 com grande “jogatana” de Nelson Bertolazi.
Será o jogo mais difícil que o Porto terá até final do campeonato, pelo que uma vitória dará direito a encomendar as faixas.

Que William esteja tão inspirado como esteve na Luz e que não se repita isto.

Vejam os videos do post e deliciem-se.
on Thursday, April 26, 2007
O hat-trick de Alecsandro contra a Naval confirmou por completo a minha mais recente teoria. Ao contrário do Benfica, onde quanto muito marcam num jogo da Taça de Portugal contra um adversário do 3º escalão, já com o resultado em 3-0, todo o avançado coxo do Sporting tem a sua noite de glória na Super Liga.
Tudo começou com Pinigol a manietar o Sporting de Braga de Jesualdo Ferreira em plena pedreira minhota. Na vitória por 3-0 dos leões, o chileno marcou todos os golos.
Astuto Peseiro atribui-lhe a titularidade no derby, mas a glória havia ficado na terra dos arcebispos.
Na época passado, o espanhol Koke entrou na 2ª parte a tempo de bisar contra o aguerrido e futuramente injustiçado Gil Vicente de Ulisses Morais e sobretudo Mateus.
Já este ano e antes do hat-trick de “Alecs” Carlos Bueno contrariou as leis da lógica ao fazer um poker em apenas 15 minutos.
Façam um K7, mudem informaticamente as camisolas dos adversários e depois vendam-nos.
on Tuesday, April 24, 2007
Ao 48º combate o gigante Nicolai Valuev foi derrotado, vendo esfumar o sonho de bater o mítico registo de Rocky Marciano.
Foi em 14 de Abril, com a “Besta do Este” a perder por decisão maioritária (117-111, 115-113, 114-114) face a Ruslan Chagaev do Uzebequistão.
Perdendo o título da WBA (World Boxing Association), Valuev pareceu dar razão aqueles que sempre duvidaram do seu talento, argumentando que o seu currículo foi em grande parte conseguido à custa de adversários de menor nomeada.
on Monday, April 23, 2007
Quando Jan Ullrich venceu com autoridade o Tour de 1997, os críticos pensaram tratar-se do sucessor de Miguel Indurain.
No ano seguinte, o jovem alemão era o principal candidato à vitória na prova rainha do ciclismo, estando-o a confirmar ao passar os Pirinéus no 1º lugar da geral, com Bobby Ulich a 1,11s e Laurent Jalabert e Marco Pantani a 3,01s.
A primeira etapa dos Alpes foi passa com distinção, com Ullrich a recuperar a camisola amarela que havia sido perdida para um ciclista de menor nomeada numa das etapas de transição.
Na próxima etapa assistimos a um dos maiores golpes de teatro da história da Volta a França. Perante condições climatéricas adversas, o “Pirata” atacou na penúltima montanha dizimando por completo toda a concorrência.
Ulich perdeu 5 minutos, Ullrich, vítima de um erro de alimentação chegou com 7 minutos de atraso, caindo para o 5º lugar.
Pior esteve Jalabert que perdeu 15 minutos.
Jan Ullrich ainda conseguiu fazer valer as suas enormes qualidades, subindo até ao 2º lugar da geral, mas foi Pantani quem fez a festa nos Campos Elisios.