on Tuesday, September 19, 2006
No dia em que completou 33 anos, Alexandre Vinokourov venceu o contra-relógio entre Rivas Futura e Rivas Vaciamadrid numa extensão de 27,5 Kms.
Na 2ª posição ficou Samuel Sanchez da Euskaltel com mais 6 segundos.
Valverde foi 3º, a 12 segundos do líder. Uma grande etapa para o homem da Caisse d'Epargne que se cota neste momento, a par de Francisco Mancebo e Carlos Sastre, como os melhores ciclistas espanhóis da actualidade.
Na luta pelo pódio, Carlos Sastre (7º) conseguiu de forma surpreendente fazer melhor do que Andrey Kashechkin (11º). O espanhol da CSC ficou a escassos 22 segundos de destronar o cazaque do 3º lugar.
Sérgio Paulinho foi 31º a 2:28, mantendo o 16º lugar da geral.
David Millar foi a grande desilusão do dia, ao quedar-se somente pela 12ª posição.

No dia da consagração de Vino, a Vuelta percorreu Madrid numa extensão de 142 kms. O veterano Eric Zabel da Milran foi o vencedor, superiorizando-se a Thor Hushovd (vencedor da classificação por pontos) ao sprint. Foi a 2ª vitória de Zabel na presente edição da Vuelta. O alemão, contratado esta época para lançar Petacchi, aproveitou da melhor maneira a lesão do colega de equipa.

Geral
1. Alexandre Vinokourov (Cazaquistão / Astana), 81:23:07"
2. Alejandro Valverde (Espanha / Caisse d'Epargne), a 1:12" minutos
3. Andrey Kashechkin (Cazaquistão / Astana), a 3:12"
4. Carlos Sastre (Espanha / Team CSC), a 3:35"
5. José Angel Gomez Marchante (Espanha / Saunier Duval), a 6:51"
6. Tom Danielson (Estados Unidos / Discovery Channel), a 8:09"
7. Samuel Sánchez (Espanha / Euskaltel), a 8:26"
8. Vladimir Karpets (Rússia / Caisse d'Epargne), a 10:36"
9. Manuel Beltran (Espanha / Discovery Channel), a 10:47#
10. Luis Perez Rodriguez (Espanha / Cofidis), a 11:32"
(...)
16. Sérgio Paulinho (Portugal / Astana), a 19:44"

Por equipas venceu a Discovery-Channel.

Parabéns a Vinokourov e à Vuelta, foram fantásticos.
Até aos mundiais de estrada.
on Saturday, September 16, 2006
E prontos, chegou o dia. A euforia em Alvalade sofreu esta noite o primeiro revés da temporada. Era uma questão de tempo, depois de um início de temporada quase perfeito. Na verdade, o que se passou no Sporting-Paços de Ferreira não me surpreendeu, é uma situação natural no seio de uma equipa que quer ser grande mas ainda não é. Basta ver o que aconteceu ao Benfica no ano passado, e na diferença entre as prestações na Liga e na Champions.

O jogo de Alvalade, na verdade, foi muito parecido com o da primeira jornada, frente ao Boavista. O Sporting fez uma primeira parte demasiado passiva e tentou dar a volta no segundo tempo. No primeiro caso correu bem, no segundo não. Talvez tenha faltado a frieza de Deivid, desta vez.

Na terça-feira o Sporting venceu o Inter e fez sensação na Europa. No sábado o Paços de Ferreira venceu o Sporting e fez sensação em Portugal. Mas, deixem-me que diga, são sensações algo diferentes. O Sporting foi melhor que o Inter e mereceu inteiramente o triunfo. Já o Paços não foi melhor que os leões, mas teve a chamada vaca, que aparece em certos momentos de uma época. Infelizmente, calhou-nos a nós. Várias vezes aplaudi adversários que ganharam ou empataram em Alvalade. Não foi o caso da equipa de Mota, que jogou para o 0-0 e viu sair-lhe a lotaria. Não fiquei a respeitar nem a temer mais o Paços depois de hoje. É legítimo jogar assim, na luta pela sobrevivência, mas só reforça a convicção de que a redução do número de equipas foi ineficaz, no que respeita ao aumento da competitividade e da qualidade da Liga. Isto porque tirando os primeiros seis ou oito classificados, as restantes equipas têm sensivelmente a mesma (pouca) qualidade. Por isso, mais que oito equipas já permite indigência futebolística a mais.

O Sporting tem de rever rapidamente a forma como entra nos jogos, especialmente nestes frente a equipas inferiores. Se não entrar a matar está a dar trunfos ao adversário. Escusadamente. Mas até acho que reagimos bem no segundo tempo. Percebendo que, desta vez, Nani e Moutinho não estavam a conseguir criar jogo, a equipa começou a optar por passes longos para as alas, de onde saíram inúmeros cruzamentos. Foi o suficiente para criar quase duas mãos cheias de oportunidades flagrantes. Três defesas incríveis de Peçanha, uma bola na trave e uma batelada de remates para fora impediram a equipa de Paulo Bento de somar três justificados pontos. Penso que não há que desanimar, um jogo deste tipo acontece de tempos a tempos. Recordo-me que no ano do último título também perdemos em casa com o Alverca nas primeiras jornadas e recuperámos do choque. Se a equipa reagir com uma vitória já na Vila das Aves, tudo voltará à normalidade.

Nos quatro jogos oficiais já disputados o Sporting foi sempre superior ao adversário, criou mais oportunidades e gerou maior volume de jogo. Mas Liedson anda desinspirado e Bueno e Alecsandro ainda têm muito que provar. Infelizmente não somos o Chelsea, onde Mourinho começou por ter Kezman; o sérvio não vingou, não faz mal, traz-se o Crespo de volta; o argentino queria regressar a Itália, tudo bem, venha daí o Shevchenko. Convenhamos que assim é mais fácil.

Claro que, depois do belo título que dei à posta, não podia deixar de falar no assunto. Houve muita mãozinha no triunfo do Paços. Além do golo de Ronny, que provou ser um ponta-de-lança completo (será que já marcou de bunda, o sonho de Jardel?), por três vezes os jogadores pacences cortaram intencionalmente jogadas leoninas com a mão. Nunca mereceram sanção disciplinar. Li nos jogos em directo da Bolha e do Jogo que os lances em que Moutinho e Liedson caíram na área eram mesmo merecedores de penalty. O que me leva a reflectir: nunca a suspeição sobre os árbitros foi tão grande como agora, mas eles enganam-se cada vez mais e de forma mais grosseira. Será que se perdeu toda a vergonha e o pudor e o sentimento de impunidade é cada vez mais forte? Ou será que eles são mesmo maus, pior ainda do que se pensava? Qualquer que seja o caso, é muito grave. Se as equipas portuguesas (incluindo a selecção) têm evoluído desta maneira com estas condições, o que seria se a organização do futebol tuga fosse um mundo são?
Depois de termos enaltecido as (in)capacidades de Geraldo e William, jamais pensámos que as suas performances pudessem ser igualadas, quiça suplantadas.
O nosso Porto dominava, contudo sentia dificuldades em furar a muralha defensiva do Estrela da Amadora. Umas vezes por mera infelicidade, outras por falta de esclarecimento dos avançados azuis e brancos, a bola teimava em não beijar as redes à guarda de Paulo Lopes.
Na 2ª parte Daúto Faquirá (adoramos pronunciar este nome) teve uma decisão da qual se irá arrepender para o resto da vida. O jovem treinador ex- Barreirense e Estoril cometou a ousadia de lançar na partida o abnegado Rui Duarte. Subia ao relvado da catedral, o lateral que um dia foi acusado de ter facilitado deliberadamente a vitória ao Benfica naquele "celebrérrimo" jogo contra o Estoril no estádio do Algarve. Para quem não se recorda, suspeitou-se que o Benfica "subornou" Rui Duarte, tendo o jogador retribuido o favor tentando partir as 2 tíbias a Theodorus Fyssas com um tackle digno de fazer corar Armando "Petit" Teixeira (que também se encontrava em campo). Aos 30 minutos já os canarinhos jogavam com 10.
Depois de termos assistido ao jogo de Domingo, passado somos obrigados a concordar com todas as polémicas levantadas na altura por tripeiros e lagartos.
É verdade, Rui Duarte é um vendido, pior: é um reincidente.
O recuperado Hélder Postiga havia-se escapado pela ala direita. Num momento de ruptura e paragem cerebral, o afilhado de Scolari tenta servir Adriano com um centro rasteiro e fraco. Era mais um ataque do nosso Porto que esbarrava na muralha defensiva do Estrela... mas eis que Rui Duarte com gesto técnico de muita nomeada faz a bola passar fora do alcance do guardião amadorense, abrindo o activo.
Um golo de antologia, à ponta de lança... mas na baliza errada.
Rui Duarte: "Sinto que traí a confiança dos adeptos e dos meus companheiros".
Em nome da Malta da Tropa consolo o atleta dizendo: "Deixa lá Rui, levaste-me às lágrimas. És um cepo, um calhau com 2 olhos, mas tens piada".

Quanto a Gravesen, pouco há a dizer que já não tenha sido dito. O antigo galáctico, agora com a camisola do Celtic de Glasgow, foi estrela no teatro dos sonhos de Old Trafford. Aqueles "tijolos" cruéis originaram 2 passes falhados a meio campo que resultaram em igual número de golos para os comandados de Sir Alex Fergusson. Se juntarmos a grande penalidade adulterada por Ryan Giggs, podemos com clareza afirmar que os escoceses teriam vencido a partida.
Sonho com um castigo ou uma pequena lesão de Petit, de modo a ser possível ao Mundo assistir ao choque de titãs Beto contra Gravesen. Um cenário de sonho em plena Liga dos Campeões.
on Friday, September 15, 2006
" Vamos manter a nossa posição até que o tribunal nos deia razão..."

Sporting - A maturidade dos jovens da cantera é impressionante. Uma prova de que a Academia não forma apenas jogadores de futebol: forma homens, acima de tudo. Estou curioso em ver no que vai dar a irreverência de Nani, Moutinho, Veloso e Djaló aliada ao equilíbrio do experiente Paredes. Custódio, o capitão, parece perder margem de manobra no 11 titular. Alecsandro ganha pontos na corrida com Carlos Bueno. Já Abel melhorou na última meia hora da partida com o Inter, mas está longe da melhor forma. Uma vitória na Rússia colocaria os adeptos leoninos a sonhar com uma campanha pelo menos tão boa como a do Benfica na época passada. O empate seria um bom resultado tendo em conta que o Spartak tem Mozart e Fernando Cavenaghi. Se o Inter recuperar como se espera(apesar das confusões na cabeça de Mancini, o Peseiro italiano) e o Bayern continuar demolidor, que venha a Taça Uefa. E desta vez é para levantar o caneco.

Benfica - Fica a nítida sensação de que Fernando Santos preparou a equipa para recuperar do choque do Bessa não sofrendo golos, essencialmente. Paulo "Rambo" Jorge ainda atirou ao poste, mas apesar de criar a tentativa mais flagrante o caudal ofensivo do SLB foi menor que o do Copenhaga. Frente ao Nacional só interessa a vitória, sob pena de Fernando Santos pensar seriamente num regresso à Grécia( o Panathinaikos está a considerar despedir o treinador). O Nacional já perdeu 3 jogos oficiais seguidos. Perder 4 seria um início de época catastrófico para as ambições madeirenses...

Porto - Enquanto Anderson mostra pergaminhos para fazer a cabeça em água a Dunga, o Porto começa a Champions com um empate pelo 4º ano consecutivo. Akinfeev é um guarda-redes seguro à imagem da excelente escola russa; Daniel Carvalho, Dudu e Vagner Love obrigaram o Porto a ter cuidados redobrados lá atrás. O CSKA tem melhor equipa do que quando derrotou Benfica e Sporting. Postiga não tem estofo de Champions League e Adriano ainda se tem de habituar a jogar com clubes mais fortes que um Leiria ou um Amadora. Mas um plantel onde Lucho, Anderson, Paulo Assunção, Ibson e Raúl Meireles são opções para o meio-campo tem de assumir uma forte candidatura aos oitavos-de-final.

Braga - Depois de Hearts e Estrela Vermelha veio o desafio mais difícil: uma equipa italiana. O extremo que Mourinho foi buscar para o Porto devido à lesão de Derlei mostrou velocidade e ajudou os bracarenses a dar um passo de gigante rumo à fase de grupos. Hugo Leal parecia o miúdo que em tempos era apontado como o novo Rui Costa. Este Braga promete e não sei se está limitado ao 4º lugar. Zé do Gol, João Pinto, Marcel, Wender...se há coisa de que Carlos Carvalhal não se pode queixar é de falta de opções.

Nacional - 3 jogos...3 derrotas.Não começa bem Carlos Brito. Falta uma referência de ataque: Chilikov foi relegado para o banco e Serginho Baiano ainda não conseguiu mostrar que sabe desiquilibrar. O futebol romeno está a ameaçar o português nos rankings da UEFA e eliminar o Rapid seia importante. Tudo em aberto na Madeira e cuidado com Moldovan.

Vitória - Os defesas do Vitória tinham a bola e não sabiam como era possível colocá-la no ataque em condições. Uma equipa desorganizada, sem fio de jogo e sem meio-campo. Sandro e Bruno Ribeiro já não são os jogadores de outrora. Hugo fez o que bem sabe e o que o tornou alvo de assobios em Alvalade: passes de morte na direcção da sua baliza. A decisão de deixar Hélio no comando da equipa foi um tiro no pé. Não está minimamente preparado e, surpreendentemente, não parece ter os jogadores do seu lado. A substituição de treinador parece ser o único caminho a seguir. Dramático, quando falamos de um símbolo do clube que se queima no espaço de poucos meses...

on Thursday, September 14, 2006
Passaremos de revista as etapas principais da última semana de Volta a Espanha. Meus amigos, finalmente temos uma grande prova e ao que tudo indica um grande e "limpo" campeão.

14ª Etapa (Contra Relógio)
Após 2 anos de suspensão o britânico David Millar da Saunier Duval foi vencedor da do contra relógio de Cuenca.
A escassos centésimos de segundo ficou o suiço Fabian Cancellara.
Vinokourov, o grande favorito à vitória na etapa e na Geral quedou-se pelo 3º lugar a 5 segundos.
Valverde foi uma agradável surpresa ao ser 4º a somente 13 segundos de Milar.
Nos restantes favoritos, Andrey Kashechkin foi 5º a 26 segundos, enquanto Carlos Sastre foi 8º a 46 segundos.

16ª Etapa (Almeria ao Observatório de Calar Alto)
Após a vitória de Forster ao sprint, os ciclistas tiveram um merecido dia de descanso.
Seguiam-se 3 etapas tremendas de alta montanha onde muita coisa poderia e iria mudar.
A 16ª etapa consagrou o espanhol Igor Anton. O homem da Eskadi foi o 1º no Observatório de Calar Alto.
Valverde, chegou 23 segundos depois, tendo superado sobre a linha de meta Vinokourov.
Apesar de toda a valia de Vino, o homem das Ilhas Baleares parecia ser o mais forte da prova.

17ª Etapa (Adra a Granada)
Sem que nada o fizesse prever, Alejandro Valverde ficou "a pé" tendo perdido a camisola dourada para Vinokourov. O líder das Ilhas Baleares está agora a 9 segundos do missel do Casaquistão.
O ciclista da Astana teve, na parte final da etapa, a preciosa ajuda de Thomas Danielson (Discovery Channel). Num gesto de desportivismo Vino permitiu ao norte americano vencer.
Numa altura em que o ciclismo parece estar a sair um pouco da polémica, Vinokourov pelo seu espírito lutador, pode-se tornar no nosso próximo ídolo.
O cazaque não tem a classe de J. Ulrich, nem a força de Ivan Basso, mas ao que tudo indica é "limpinho".
Os média espanhois ficaram chocados com a quebra de Valverde.
Outro homem a desiludir foi o Danilo Di Luca, o homem da Liquigás teve uma etapa para esquecer tendo saído claramente to top 10.

18ª Etapa (Granada à Sierra de La Pandera)
Pediam os espanhois a Valverde que mostrasse a sua raça, contudo foram os cazaques da Astana que brilharam.
Ivan Mayo, bastante atrasado tentou vencer, atacando na penúltima montanha do dia, coontudo nunca chegou a ter uma diferença superior a 40 segundos sobre o pelotão liderado pelas Ilhas Baleares.
À entrada para a última montanha, Vinokourov atacou deixando para trás toda a concorrência. Com Valverde a ficar uma vez mais pregado, Sastre, Marchante, Pieopolli e Andrey Kashechkin seguiram na perseguição ao camisola dourada.
À entrada dos 2 últimos kms, Kashechkin, que havia deixado para trás os companheiros de fuga, apanhou o seu colega de equipa. Uma vez mais Vino cedeu a vitória, foi o dobradinha para a Astana. A 4ª etapa na presente edição da vuelta.
Valverde vindo de trás conseguiu ainda terminar no 4º lugar a 32 segundos, sendo precedido por A. Gómez Marchante.
Sastre foi 10º a 46 segundos. O espanhol da CSC acusou bastante nesta 3ª semana de prova o desgaste provocado pelo Giro e pelo Tour.
Amanhã, a etapa não deverá trazer mudanças significativas na classificação geral, pelo que à entrada para o contra-relógio de Sábado a classificação está assim ordenada:

1.º Alexandre Vinokourov (Cazaquistão/Astana), com 71:27'08''
2.º Alejandro Valverde (Espanha/Caisse d'Epargne), a 53''
3.º Andrey Kashechkin (Cazaquistão/Astana), a 2'06''
4.º Carlos Sastre (Espanha/Team CSC), a 2'51''
5.º J. A. Gómez Marchante (Espanha/Saunier Duval), a 5'06''
6.º Thomas Danielson (EUA/Discovery Channel), a 7'05''
7.º Samuel Sánchez (Espanha/Euskaltel), a 8'23''
8.º Manuel Beltran (Espanha/Discovery Channel), a 8'28"
9.º Luis Pérez (Espanha/Cofidis), a 10'04"
10.º Vladimir Karpets (Rússia/Caisse d'Epargne), a 10'06''
(...)
16.º Sérgio Paulinho (Portugal/Astana), a 16'56''
Sendo este blog fundado pelo aveirense Dr. José Santos de Cavra e visitado por inúmeros leitores da cidade da Ria(para além do facto de eu parodiar o conterrâneo Gilberto Madaíl), penso que chegou o momento de homenagear Aveiro. Ainda estão com melão por causa daquele roubo da igreja do Vilas Boas, não é? Como eu também acho que o Danrlei se encolheu para não bater no Songoku aqui vos deixo alguns dos ídolos que ostentaram classe no velhinho Mário Duarte, no já longínquo ano de 2000:


- Fusco, o eterno capitão e médio-centro raçudo como já não há muitos.


- Jorge Neves, o gémeo de Rui Neves. Enquanto um assustava a malta de Aveiro com a sua imponente fronha, o outro afugentava os atacantes na Reboleira. Já viram o que era o Petit ter um irmão gémeo?


- No a. A. (antes de Alcaráz), havia Lobão. O central que pontapeou os painéis publicitários do antigo Alvalade era um osso duro de roer para os matadores das equipas contrárias. Um sarrafeiro de primeira apanha.

And last but not least...o meu favorito. Cílio! Lembram-se do petardão na Luz com que o Gondomar eliminou o Benfica? Foi o brasileiro que resolveu o encontro. Entrou para a galeira onde pontificam Costé( Sporting de Jardel fora da Taça às mãos da Naval de Álvaro "6 dedos" Magalhães) e Cláudio Oeiras (Fernando Santos fazia das suas no banco do Porto e o Torreense saiu vencedor das Antas).